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15 fevereiro 2013

A Montanha dos Sete Patamares

... é a autobiografia dum jovem que levou uma vida múltipla e depois, na idade de vinte e seis anos, entrou para um mosteiro trapista. Thomas Merton, já conhecido como poeta, conta a história de sua vida, desde seu nascimento em 1915 até a sua atual existência como monge. Seu livro foi escrito no mosteiro de Gethsemani, Kentucky. A Montanha dos Sete Patamares é o extraordinário testamento e testemunho dum norte-americano intensamente ativo e brilhante que resolveu se retirar do mundo depois de nele se haver atolado deveras. Merton serve-se da imagem de Dante sobre O Purgatório como símbolo do mundo moderno. (orelha do livro)

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O Blog possui 25 Reflexões extraídas desta obra:




300 anos da Padroeira do Brasil - Nossa Senhora por Thomas Merton
A lâmpada que deve brilhar
A messe é grande...
A misericórdia de Deus
Amor negligenciado
Civilização de hienas
Consciência nova em folha
Dai-lhes vós mesmos de comer!
Eis que deixei tudo e te segui
Estamos sempre viajando
Ide pelo mundo...
Livre por natureza
Minha derrota, minha salvação
O começo do amor é a verdade 
O primeiro encontro
O que é a "graça"?
O que pedimos  
O sentido da Vida Contemplativa
Servidor
Sobre a Providência 
Sobre o sofrimento
Uma confissão
Uma espécie de rei
Vida sobrenatural
Vosso amor me acompanhou nesta viagem 
 

25 junho 2012

O Homem Novo

O Homem Novo é uma obra de espiritualidade repleta de beleza e profundidade teológica. (...) Com comentários cheios de significado e simbolismo, explica como este processo de aperfeiçoamento envolve dimensões pessoais e existenciais radicais e precisa ser acompanhado de mudanças interiores e exteriores, em nosso coração e em nosso modo de agir, para que nos tornemos um novo ser humano.


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O Blog já possui 10 postagens deste livro:

A alma humana e a imagem de Deus
A noite mística 
Esperança
Espontaneidade mística

Imagem e semelhança
Liberdade de escolha

Misticismo é amizade
O fim específico da Graça
O que é a contemplação
Perfeita com Sabedoria

18 junho 2012

Merton na Intimidade

Nestas memórias em forma de diário, composta das passagens mais pungentes e plenas de insights de seus diários, Merton na Intimidade mostra-nos quão íngreme foi o caminho espiritual de Thomas Merton. Selecionada dos sete volumes dos seus diários pessoais, esta crônica de vinte e nove anos aprofunda e amplia a história que Merton contou, e que o fez famoso, em A Montanha dos Sete Patamares.

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O Blog possui 09 Reflexões extraídas deste belíssimo livro:
Em busca de paz - Parte 1
Em busca de paz - Parte 2

07 maio 2012

A experiência interior

"Fielmente compilado por Willian Shannon, o último livro de Merton nos apresenta tanto o sentido quanto a prática diária da contemplação, que é o coração da vida monástica e, na verdade, de toda experiência religiosa. Merton não se sentia à vontade para publicar o texto e ainda o estava revisando quando de sua morte repentina." (trecho da orelha do livro)



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O Blog possui Reflexões desta importante obra. Confira clicando aqui!

07 setembro 2004

Místicos e Mestres Zen



HOUVE UMA ÉPOCA, e não muito distante, na qual até mesmo as obras dos místicos cristãos eram encaradas com certo alarme nos mosteiros contemplativos católicos. A verdade é que os místicos não são compreendidos por todos. Como também é verdade que a aceitação de determinadas formas do misticismo oriental não é, necessariamente, um sinal de maior maturidade espiritual no Ocidente. No entanto, parece certo que se alguém devia mostrar-se inclinado e interessado pelas tradições orientais, essa atitude, devia caber aos monges contemplativos das ordens monástica ocidentais. E apesar das muitas e importantes divergências existentes entre as diversas tradições, todas têm muito em comum, inclusive alguns princípios básicos que situam o monge eu o adepto do Zen à parte daqueles que adotam modos de vida que são, cumpre-nos afirmar, agressivamente não-contemplativos.
(...)

Thomas Merton, prefácio de Místicos e Mestres Zen

Marta, Maria e Lázaro



"Lembremos, mais uma vez, que essa distinção teria parecido estranha a S. Bernardo, como aos outros Padres da Igreja. Vimos que S. Bernardo achava natural que houvesse vocações de vida ativa e de vida contemplativa no seio de um mesmo, mosteiro. De um modo geral, todos rezavam juntos atrás da mesma clausura, todos trabalhavam juntos e liam juntos no claustro. Suas ocupações exteriores eram, mais ou menos, as mesmas. E' verdade que o monge encarregado de uma função especial em relação com a vida exterior (officialis frater) tinha uma tarefa particular, como a de despenseiro, enfermeiro ou porteiro do convento. Mas vamos também ver que a vida ativa, num mosteiro, pode ser também uma atitude unicamente interior. Dois monges de pé, lado a lado no côro, cantando os mesmos salmos, ou então sentados juntos no claustro, ou trabalhando juntos no campo, fazendo, de manhã à noite, as mesmas coisas, poderão levar, cada qual, vida diferente, graças à diferença de suas disposições interiores. 

Para um será a vida contemplativa de Maria, para o outro, a vida ativa e penitente de Lázaro ou, se for encarregado de tarefas e cuidados matariam, a vida da laboriosa Marta.

É bem evidente que alguém não se torna um contemplativo só por viver num mosteiro. Quando S. Bernardo nos fala da vida contemplativa, entende por isso algo de muito mais profundo e real. Entende uma vida de união estreita com Deus pela oração mística: a vida de uma “Sponsa Verbi”, que é esposa não só porque esse é seu estado, mas também por escolha interior.

Todos os monges não são contemplativos. Alguns levam uma vida ativa, no sentido de que seu “espírito” é ativo, de uma atividade voltada para a penitência. Outros são ativos porque se ocupam de tarefas numerosas para o bem da comunidade. Outros, finalmente, são ativos no sentido apostólico: são sobretudo os superiores e aqueles cuja missão consiste em dirigir e formar outros monges. No pensamento de S. Bernardo, só os Abades parecem entrar nessa categoria."

Thomas Merton, páginas 16 e 17

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O que são estas chagas?

Vida da mística cisterciense Lutgarda de Aywiéres “Estudando a vida de Santa Lutgarda, Thomas Merton nos dá, neste livro, bem traduzido pelas religiosas da Companhia da virgem, alguma coisa do muito que ainda há de nos dar com a graça de Deus, sobre a sua própria experiência da vida contemplativa. Uma vida, como a dele, mais do qualquer outra — e não há vida alguma, por mais obscura que seja, que não tenha um sentido na Comunhão dos Santos ou na Comunhão dos Anjos Decaídos — uma vida como a de Thomas Merton, representa, sem dúvida, uma intenção toda especial da Divina Providência. Nascer, no centro da civilização mais ativa do mundo moderno, um homem que venha dar o testemunho mais precioso da primazia da vida contemplativa e da sua conjunção natural como a vida ativa, no sentido autentico do termo, é realmente uma prova do que a Providência quer de nós outros, nesta vigília do século XXI.

A vida interior não está em contradição com a vida exterior. Mas é, por natureza, superior a ela, como a vida racional é superior à vida vegetativa, que de modo algum contradiz. A vida cristão, como a regra de S. Bento o diz na fórmula perene — Ora et Labora — é uma superação de ambos, na vida sobrenatural que deve impregnar toda a nossa existência natural.

O princípio dominante da nossa vida interior, podemos encontrá-lo naquela palavra com que Nosso Senhor respondeu à queixa de Marta: “Maria optimam partem elegit” (Lc 10,42). O princípio dominante da nossa vida exterior seria o daquela outra resposta do Mestre à capciosa objeção com que o queriam intrigar com o Imperador: “Reddite ergo quae sunt Caesaris Caesari et quae sunt Dei, Deo” (Mt 22, 21) São esses os dois fundamentos em que sempre quisera assentar as duas dimensões de nossa vida, para dentro de nós mesmos e para o mundo que nos cerca. E essas duas dimensões subordinadas à dimensão terceira e transcendental que harmoniza as duas, em nome da unidade que lhe dá sentido e fim: a união com Deus. 

Introdução de Alceu Amoroso Lima. Tradução das Religiosas da Companhia da Virgem

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