01 junho 2015

A prova do Amor de Deus



"A Eucaristia – o Sacrifício de louvor e ação de graças – é um braseiro ardente do conhecimento de Deus, pois, neste Sacrifício, Jesus, rendendo graças ao Pai, se oferece e se imola inteiramente pela glória do Pai e para nos salvar de nossos pecados."


Na liberdade da solidão, Thomas Merton (Editora Vozes), 7ª Ed. 2014, pág. 35

26 maio 2015

Sacerdote para sempre

Um dos principais diários de Thomas Merton, O Signo de Jonas, relata a comoção de um neo sacerdote e de um 'mundo novo que acaba de nascer'

Thomas Merton (em primeiro plano) sendo ordenado sacerdote na Abadia Trapista de Gethsemani (Kentucky/EUA), em 26 de maio de 1949

29 DE MAIO DE 1949

"Nada pude escrever sobre a ordenação, sobre o ato de dizer a Missa, sobre o 'agape' que durou três dias, sobre as pessoas que compareceram para assistir à cerimônia. Talvez algum dia o consiga, retrospectivamente, em fragmentos.

Sinto o trabalho sobremaneira tremendo que foi realizado em mim e através de mim, nos últimos três dias; cada dia com seu desenvolvimento. Ordenação, unção, Missa de ordenação - depois, a celebração da primeira Missa e o que se seguiu; finalmente, a Missa cantada de ontem e a conversa à tarde sob as árvores da alameda. Não fiquei apenas com a sensação de haver sido transformado. Sinto também que um novo mundo acaba de nascer, através dos trabalhos e da felicidade desses três dias exaustivos, repletos de coisas sublimes que nenhum de nós poderá entender nestes próximos dois anos."

O Signo de Jonas, Thomas Merton (Editora Mérito), 1954, pág. 221-222

25 maio 2015

Ascese e esperança



"Um cristão é alguém que vive inteiramente fora de si mesmo e em Cristo – vive na fé de sua Redenção, no amor a seu Redentor que nos amou e por nós morreu. Vive, acima de tudo, na esperança do mundo vindouro.

A esperança é o segredo do verdadeiro ascetismo."


Na liberdade da solidão, Thomas Merton (Editora Vozes), 7ª Ed. 2001, pág. 33

18 maio 2015

O verdadeiro valor do perdão



"Não sabemos perdoar verdadeiramente enquanto não tivermos experimentado o que seja ser perdoado. Portanto devemos alegrar-nos de podermos receber o perdão de nossos irmãos. É esse perdão mútuo que manifesta em nossa vida o amor de Jesus por nós, pois, perdoando-nos mutuamente, agimos uns para com os outros como Ele agiu para conosco."


Na liberdade da solidão, Thomas Merton (Editora Vozes), 7ª Ed. 2001, pág. 32