04 janeiro 2016

O vento da solidão

"Nenhum escrito sobre as dimensões de solidão, de meditação da vida pode dizer algo que já não tenha sido dito melhor pelo vento nos pinheiros."

Amor e vida, Thomas Merton (Editora Martins Fontes), 1ª Ed. 2004, pág. 17 

28 dezembro 2015

Sucesso?


"O que estou dizendo é o seguinte: marcar pontos não é o que importa. A vida não tem de ser considerada um jogo no qual se contam os pontos e alguém ganha. Se você estiver preocupado demais em ganhar, não se divertirá jogando. Se estiver obcecado demais com o sucesso, irá se esquecer de viver. Se você só aprendeu como ser um sucesso, provavelmente desperdiçou sua vida. Se uma universidade se concentra em produzir pessoas bem-sucedidas, está lamentavelmente falhando na sua obrigação para com a sociedade e para com os próprios estudantes."

Amor e vida, Thomas Merton (Editora Martins Fontes), 1ª Ed. 2004, pág. 13 

22 dezembro 2015

Feliz Natal


A Sociedade dos Amigos Fraternos de Thomas Merton deseja a todos os seus associados, assinantes e simpatizantes um abençoado e santo Natal. 

Que a Luz do filho de Deus nos traga a perseverança na fé, na esperança e na caridade.

“E a Palavra se fez homem
E habitou entre nós.
E nós contemplamos a sua glória:
Glória do Filho único do Pai.
Cheio de amor e fidelidade.”

(Jo 1, 14)

21 dezembro 2015

Viver na verdade

"Não devemos nos esquecer da dimensão da relação com os outros. A verdadeira liberdade é abertura, disponibilidade, capacidade de dom. Mas devemos também lembrar que a dificuldade dialética da fidelidade aos outros na fidelidade a si mesmo requer que transponhamos os véus da infidelidade que, como egoístas individuais ou como uma comunidade egoísta, instalamos para nos impedir de viver na verdade."


Amor e vida, Thomas Merton (Editora Martins Fontes), 1ª Ed. 2004, pág. 9

14 dezembro 2015

Identidade


"Como existencialista cristão, ao falar de 'alma' não estou me referindo simplesmente à forma essencial aristotélica, mas à identidade pessoal madura, o fruto criativo de uma busca autêntica e lúcida, o “eu” que se encontra depois que outros eus parciais e exteriores foram descartados como máscaras."


Amor e vida, Thomas Merton (Editora Martins Fontes), 1ª Ed. 2004, pág. 4