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10 dezembro 2016
05 dezembro 2016
Não se perca nenhum desses pequeninos
“Não
vamos para o deserto com o intuito de fugir das criaturas e sim para aprender
como encontrá-las. Não nos separamos delas com o fim de não mais nos
interessarmos por elas, mas para encontrar o melhor modo de lhes fazer bem.”
Novas sementes de contemplação, Thomas Merton
(Fissus, 1999)
pág. 83
28 novembro 2016
O mistério do Advento...
em nossas vidas, é o início e o fim de tudo, em nós, que não seja Cristo. É o começo do fim da irrealidade, e isso é, certamente, causa de alegria! Mas, infelizmente, nós nos agarramos a nossa irrealidade, preferimos a parte ao todo. Continuamos a ser fragmentos, não queremos ser “um só homem em Cristo”.
Tempo e Liturgia, Thomas Merton
(Vozes, 1968) pág. 98
21 novembro 2016
Eis minha mãe e meus irmãos
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| desenho de Thomas Merton |
“(...) Mostra-nos o vosso Cristo, Senhora, depois deste nosso exílio, sim, mas mostra-O agora também a nós aqui, enquanto ainda somos peregrinos.(...)
Ó Senhor, como devem ser alegres e felizes aqueles que, ao considerar a si próprios, não encontram neles nada mesmo de especial. (...) Eles são pobres em espírito e possuem dentro de si próprios o reino do céu, pois deixaram de ser notáveis até para si próprios. Mas neles brilha a luz de Deus e eles mesmos e todos que a vêem, Te glorificam, Ó Deus!”
14 novembro 2016
Devolver quatro vezes mais
“A
renúncia cristã é só o começo de uma divina plenitude. É inseparável da íntima
conversão de nosso ser inteiro que se volta de nós mesmos para Deus. É a
rejeição da nossa imperfeição, a renúncia da nossa pobreza, para que possamos
mergulhar na plenitude das riquezas de Deus e da sua criação, sem recair no
nosso próprio nada.”
Homem algum é uma ilha, Thomas
Merton
(Editora Agir, 1968) pág. 100
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