(Vozes, 1968) pág. 147 e 148
26 março 2018
Semana Santa
(...) o mistério da Páscoa não é celebrado apenas na Páscoa,
mas todos os dias do ano, porque a Missa é o mistério Pascal. O Tempo da
Paixão, a Semana Santa, a Páscoa e os “cinquenta dias santificados” do ciclo
pascal culminando na celebração de Pentecostes concorreram para desdobrar os
Mistério Pascal diante de nós no tempo, em todos os seus pormenores. Todavia, a
plenitude da Sexta-feira Santa, Páscoa e Pentecostes também se condensa no
ritmo da Missa cotidiana. Pois, todas as vezes que participamos dos Sagrados
Mistérios, a Pascha Domini (a
Passagem do Senhor), morremos com Cristo, com Ele ressuscitamos e d’Ele recebemos
o Espírito da Promessa que nos transforma e nos une ao Pai, no Filho e através
d’Ele.
12 março 2018
Uma Palavra transformadora
“A Palavra de Deus é, portanto, capaz de dar provas de autenticidade pelo seu poder transformador que opera uma invasão de amor, unidade, paz, compreensão mútua e liberdade, onde havia antes preconceito, conflito, ódio, divisão e ganância.”
(Vega, 1975) pág. 11
05 março 2018
Perdoar de coração
“Alguns são apenas virtuosos o suficiente para esquecer que são pecadores sem se sentirem infelizes o suficiente para lembrar quanto necessitam da misericórdia de Deus”
(Verus, 2003) pág. 179
26 fevereiro 2018
Quem se exalta será humilhado...
“As pessoas que tentam orar e meditar acima do seu próprio nível, que se mostram demasiadamente desejosas de alcançar o que creem ser ‘um elevado grau de oração’, afastam-se da verdade e da realidade. Ao observarem-se a si próprias e ao tentarem convencer-se de seus progressos, tornam-se prisioneiras de si mesmas. Quando então percebem que a graça delas se afasta, permanecem presas em seu próprio vazio, na inutilidade de seus esforços e ficam desamparadas. A acedia substitui o entusiasmo do orgulho e da vaidade espiritual. Um longo tirocínio no caminho da humildade e da compunção, eis o remédio!”
(Agir, 1972) pág. 62
19 fevereiro 2018
A noite dos sentidos
“A vida de contemplação infusa nem sempre começa com uma experiência nítida de Deus numa luz forte, penetrante. (...) Não é muito difícil reconhecer esses repentinos e intensos lampejos de compreensão, esses vívidos ‘raios de escuridão’ que penetram profundamente na alma e mudam todo o rumo de uma vida.
Mas se fosse preciso esperar uma dessas experiências vívidas antes de se tornar contemplativo, talvez fosse necessário esperar muito tempo – quem sabe a vida inteira. E essa espera talvez fosse em vão.”
Mas se fosse preciso esperar uma dessas experiências vívidas antes de se tornar contemplativo, talvez fosse necessário esperar muito tempo – quem sabe a vida inteira. E essa espera talvez fosse em vão.”
(Vozes, 2017) pág. 215
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