23 outubro 2017

A nossa contribuição

"A vontade de Deus quanto a nós não é só que sejamos as pessoas que Ele nos destinou a ser, mas que tomemos parte nesse trabalho de criação e O ajudemos a fazer de nós as pessoas que Ele quer que sejamos."

Agir, 6ª Ed. 1976, pág. 72

16 outubro 2017

Como nos dirigimos a Deus?


"Como o homem é, assim ele reza. É pelo modo de falarmos a Deus, que nós nos fazemos aquilo que somos."

(Agir, 6ª Ed. 1976), pág. 55

12 outubro 2017

300 anos da Padroeira do Brasil - Nossa Senhora, por Thomas Merton

Em comemoração aos 300 anos de Nossa Senhora da Conceição Aparecida, Padroeira do Brasil, a Sociedade dos Amigos Fraternos de Thomas Merton envia a você, caro assinante, este trecho onde Thomas Merton demonstra sua fé na intercessão da Mãe de Deus. Assim como Nossa Senhora conduziu os três pescadores nas águas do Rio Paraíba do Sul, naquele longínquo 12 de outubro de 1717, o fez também com o futuro Fr. Mary Louis Merton em fins de novembro de 1934 sobre as águas do oceano Atlântico. O texto original é da década de 1940 quando Merton escreve sua mais famosa obra: A montanha dos sete patamares. A Ilustração é de Lúcio Américo de Oliveira, teólogo e artista sacro brasileiro que com a graça de Deus e a influência de Cláudio Pastro e São Francisco de Assis, nos cedeu gentilmente a imagem abaixo. 

 "Senhora, quando naquela noite deixei a Ilha que foi outrora vossa Inglaterra, vosso amor me acompanhou, ainda que eu não pudesse sabê-lo nem dele tomar consciência. E foi vosso amor, vossa intercessão por mim, perante Deus, que estava preparando os mares diante de mim, abrindo-me o caminho para outro país.
Eu não tinha certeza para onde ia nem podia imaginar o que faria em Nova York. Mas vós vistes mais longe e com mais clareza e abriste os mares diante do meu navio, cuja trajetória me levou por sobre as águas a um lugar com que jamais havia sonhado, mas que já então estáveis preparando para ser minha salvação, meu refúgio e meu lar. E quanto eu achava que não havia Deus, não havia amor nem misericórdia, vós me conduzíeis o tempo todo para dentro do seu amor e misericórdia, levando-me, sem meu conhecimento para a casa que me ocultaria no segredo da sua face."
(Vozes, 2ªEd. 2010), pág. 119-120

"Lady, when on that night I left the island that was once your England, your love went with me, although I could not know it. And it was your love, your intercession for me, before God, that was preparing the seas before my ship opening the way for me to another country.
I was not sure where I was going, and I could not see what I would do when I got to New York. But you saw further and clearer than I, and you opened the seas before my ship, whose track led me across the waters to a place I had never dreamed of, and which even then you were preparing for me to be my rescue and my shelter and my home. And when I thought that there was no God and no love and no mercy, you were leading me all the while in the midst of his love and his mercy, and taking me, without my knowing anything about it, to the house that would hide me in the secret of his face. 
Merton, The Seven Storey Mountain, quoted by WEIS (Monica), Thomas Merton’s Gethsemani: Landscapes in Paradise, ed. University Press of Kentucky, p. 7.

“Señora, cuando por la noche abandoné la isla que antes fue tu Inglaterra, tu amor me acompañaba, aunque no pudiese saberlo, ni pudiera hacerme consciente de ello. Y era tu amor, por intercesión por mí, que disponía las aguas delante de mi barco, dejándome abierto el camino para otro país.
No estaba seguro de adónde iba, no podía ver lo que haría cuando llegara a Nueva York. pero tú velas más lejos y más claro que yo y abrías los mares delante de mi barco, cuyo camino me conducía a través de las aguas, a un lugar con el que nunca había soñado y que ya entonces me preparabas para que fuera mi rescate, mi abrigo mi hogar.  Cuando yo creía que no había Dios, ni amor, ni misericordia, tú me guiabas al centro de su amor y su misericordia y me llevabas sin saber yo nada de ello, a la casa que me ocultaría en el secreto de su faz."

Montaña de los siete círculos, Editorial Sudamericana, Buenos Aires, 6a ed., 1998, p.138.

09 outubro 2017

Porém, uma só coisa é necessária

“Não poderia haver contemplação para o homem que, por sua própria culpa, se separou do Cristo, sem o qual ninguém pode vir ao Pai. Por isso, a vida contemplativa se realiza, antes de tudo, por nossa união com Deus em Cristo, e essa união invisível só é possível graças à união visível com todos os nosso irmãos, Nele e no Espírito de caridade.”
(Vozes. 1959), pág. 26

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Only one thing is necessary

“There could be no contemplation for the man who, by his own fault, separated himself from Christ, without whom no one can come to the Father. For this reason, contemplative life is accomplished first of all by our union with God in Christ, and this invisible union is only possible thanks to the visible union with all our brothers in Him and in the Spirit of charity.”
Martha, Mary, and Lazarus,
Translated by SAFTM - Brazil
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Pero una sola cosa es necesaria

 “No puede haber contemplación para el hombre que, por su propia culpa, se separó de Cristo, sin quien nadie puede ir al Padre. Por ello, la vida contemplativa se realiza, antes que nada, por nuestra unión con Dios en Cristo, y esa unión invisible sólo es posible gracias a la unión visible con todos nuestros hermanos en Él y en el Espíritu de caridad.”
Marta, María y Lázaro,
Traducción SAFTM - Brasil

02 outubro 2017

Senhor, queres que mandemos descer fogo do céu para destruí-los?

“Mas o programa cristão para a paz não depende da astúcia humana, da crueldade ou da força. O poder nunca pode ser a pedra angular de uma política cristã. No entanto, o trabalho pela paz deve ser vigoroso, esclarecido e movido por uma clara noção de seus propósitos. Seu objetivo é definido por nossas crenças religiosas de que Deus nos chamou ‘ao serviço de seus misericordiosos desígnios’ (João XXIII, Mensagem de Natal, 1958)”
(Santuário, 1ªEd. 2007), pág. 185


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Lord, do you want us to call fire down from heaven to destroy them? "But the Christian program for peace does not depend on human astuteness, ruthlessness or force. Power can never be a keystone of a Christian policy. Yes, our work for peace must be energetic, enlightened and fully purposeful. Its purpose is defined by our religious belief that God has called us ‘to the service of His merciful designs’ (John XXIII, Christmas Message, 1958)."
The Nonviolent Alternative,
(ed. Farrar, Strauss, Giroux, Nova York, 1980), p. 34



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Señor, ¿quieres que digamos que baje fuego del cielo y los consuma?

"Pero el programa Cristiano para la paz no depende de astucia, crueldad o fuerza humanas. El poder nunca puede ser la piedra angular de una política cristiana. Sí, nuestro trabajo por la paz debe ser vigoroso, fundamentado y con clareza de propósitos. Su propósito está definido por nuestra creencia religiosa de que Dios nos ha llamado “al servicio de sus designios misericordiosos” (Juan XXIII, Mensaje de Navidad, 1958)."
Paz en la era post-cristiana,

Traducción SAFTM - Brasil