“ A liberdade de escolha, em si, não é a perfeição da liberdade, mas nos ajuda a dar os primeiros passos em direção à liberdade ou escravidão, espontaneidade ou compulsão. A pessoa livre é aquela cujas escolhas deram-lhe o poder de andar com os próprios pés e determinar a própria vida de acordo com a luz e o espírito mais elevados que tem em si. O escravo, na ordem espiritual, é a pessoa cujas escolhas destruíram toda sua espontaneidade e a entregaram, de pés e mãos amarradas, às suas próprias compulsões, idiossincrasias e ilusões, de forma que nunca faz o que realmente quer fazer, mas apenas o que tem de fazer.”
The New Man de Thomas Merton
(Farrar, Straus, and Giroux, NY) 1961 p. 178-79
No Brasil: O Homem Novo (AGIR, Rio de Janeiro), 1966, p. 138
Reflexão da semana de 3-07-2006